“Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol: vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos.” Eclesiastes 4.1
Quantas vezes omitimos ajuda por medo de sermos perseguidos, assistimos a derrota dos oprimidos como se estivéssemos acorrentados pela vergonha e o medo.
Pense um pouco e tente lembrar se um dia não omitiu ajuda à alguém que precisava de um simples encorajamento, para quem sabe, uma entrevista de emprego.
Nos acomodamos quando se trata de prestar um serviço gratuito, antes de pensar no que a nossa ajuda pode fazer, pensamos quanto tempo essa ajuda vai nos ocupar, não queremos chegar atrasado no emprego, na reunião ou em um compromisso qualquer.
Veja só que interessante essa história:
Numa noite de domingo um rapaz voltava de uma viajem de negócios, uma reunião cansativa com os empregados de sua empresa. Como já era tarde apressou-se para chegar logo em casa e ver seus filhos e sua esposa.
No caminho encontrou um carro acidentado em um penhasco, com possíveis vitimas graves. Ele nota que as rodas do carro ainda estavam rodando o que indicava que o acidente tinha acabado de acontecer. Assustado ele segue viajem para não se atrasar, e tenta sinalizar para quem ele encontra.
Ao chegar em casa, nota que não havia ninguém em casa. Ele liga então para a casa de sua mãe que o informa que sua esposa e seus filhos foram busca-lo na reunião, para que pudessem passear um pouco juntos.
Ele resolve ligar para a esposa, o telefone chama várias vezes mas ninguém atende. Após muita insistência uma mulher atende o telefone e lhe dá uma trágica notícia... –SUA ESPOSA FALECEU COM SEUS FILHOS EM UM ACIDENTE DE CARRO...
Não pense que quando virar as costas para um necessitado vai estar livre de responsabilidades. Não é você que escolhe o necessitado a ser ajudado, mas a ajuda é que o prepara para que não se torne um necessitado.
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